quinta-feira, 3 de outubro de 2013

MORRE GIULIANO GEMMA

inéfilos que hoje reverenciam os spaghetti westerns de Sergio Leone não dão conta de que, nos anos 1960, seus filmes não desfrutaram imediatamente da reputação que hoje ostentam. Os críticos torciam o nariz para o que consideravam os ‘excessos’ operísticos de Leone e de seu compositor, Ennio Morricone. E o público, pelo menos no Brasil, não estava muito interessado no Estranho sem Nome criado por Clint Eastwood. O público preferia um certo Montgomery Wood, que, na verdade, era Giuliano Gemma. No Brasil inteiro e também na América Latina e muitos países da Europa, as plateias preferiam O Dólar Furado, que também tinha uma trilha quer marcou época – e aqui ganhou uma versão ‘romântica’. Começava assim – “Se tu não fosses minha, como és...”
Giuliano Gemma - Divulgação
Divulgação
Giuliano Gemma
Giuliano Gemma morreu nesta terça, 1.º, em Cerveteri, próximo de Roma, aos 75 anos, que completou em 2 de setembro. Foi uma morte trágica, provocada por um acidente de carro. De porte atlético, e era um atleta, ele apareceu sem muito brilho em comédias que exploravam sua aparência física, incluindo duas de diretores importantes – Veneza, a Lua e Você, de Dino Risi, e A Casa Intolerante, de Mauro Bolognini. Você é capaz de duvidar, mas ele foi extra em Ben-Hur, de William Wyler. Sua primeira grande oportunidade foi em 1962, quando Duccio Tessari fez Arrivano I Titani, que no Brasil se chamou Os Filhos do Trovão. Vale reportar-se ao cinema italiano da época. Havia os grandes autores, Federico Fellini, Luchino Visconti e Michelangelo Antonioni, mas no fim dos anos 1950 e início dos 60, a tendência dominante na indústria italiana eram os épicos mitológicos. O veio se esgotava quando Tessari fez a sua paródia com Giuliano Gemma na pele de Krios, que os deuses do Olimpo enviam a Creta para derrotar tirano que está acabando com a população.
O público adorou o jovem Giuliano Gemma, que formava um belo par com Jacqueline Sassared. E o filme era bem-humorado, tinha ritmo, inventividade. Catapultado a uma posição de destaque, Gemma travestiu-se de astro americano e, com o pseudônimo de Montgomery Wood, estrelou um simulacro de faroeste que arrebentou nas telas. O Dólar Furado, de 1965, abriu uma tendência que prosseguiu por uma boa década, talvez menos. Wood/Gemma fez muitos filmes do gênero – Uma Pistola para Ringo, Dias de Ira etc. Em 1963, Luchino Visconti, precisando de um ator belo e carismático para encarnar o jovem Garibaldi, fez dele um dos atores de O Leopardo, mas a participação foi reduzida a quase nada na versão hollywoodiana, cortada e remontada, que circulou em todo o mundo.
Foi em 1965, quando filmava Uma Pistola para Ringo, que conheceu a mulher, Natália Roberti. Viveram juntos por 30 anos, até a morte dela, em 1995. Tiveram duas filhas, uma delas, Vera Gemma, também atriz. Giuliano Gemma estava casado com Baba Richerme. Quando a carreira no cinema entrou em colapso, ele passou a fazer TV, mas, nos últimos anos, descobrira um outro talento e jurava que sua vocação era ser escultor. Ganhou elogios de críticos por sua nova atividade, mas, no imaginário do público, ele é eterno como o herói mitológico de Os Filhos do Trovão ou o pistoleiro de O Dólar Furado.
Giuliano Gemma chegou a ser conduzido ao hospital após o acidente, mas não resistiu aos ferimentos. Restam agora, dos mocinhos lendários do spaghetti western, Franco Nero e o xerife Clint.

PROPOSTA DE SHOW



 O QUE É O PROJETO

 O projeto “MORADA”,  é uma iniciativa da Associação Cultural da Música Maranhão, envolvendo o cantor e compositor Daffé e interprete maranhense da música popular visando a difusão e propagação do seu novo CD em fase de gravação e da produção musical maranhense em seu espaço mais legitimo, seu próprio território.

COMO SURGIU A IDEIA

Experiências anteriores demonstraram que apresentações de cantores em espaços alternativo: feiras, bares, festivais,  sempre teve uma repercussão positiva na comunidade. Estas oportunidades tem rareado bastante nos últimos tempos o que ocasiona um crescente desconhecimento por parte das gerações mais novas desta produção já comprovadamente atestada como de qualidade superior ao que se vê o ouve no dia a dia


BIOGRAFIA DAFFÉ

 José Carlos Daffé, radicado há 30 anos em São Luís Maranhão, o mesmo possui um desempenho de palco impressionante, aliando sempre a música com uma mensagem emotiva, visto que busca passar vibração, alegria, e felicidade ao público. Daffé é natural do município de Coroatá, estado do Maranhão, mas viveu e aprendeu a amar Santa Inês, cidade fonte de inspiração deste grande artista nordestino.
                Como todo grande artista começou cantando em barzinho, feiras e universidade, traz, portanto, desde a sua mais terna idade a música na veia. Sabe fazer de sua inspiração um instrumento de engajamento e transformação do universo. Acredita na arte, e se agarra a ela como fonte salvadora da existência. Buscou inspiração em artistas consagrados, tais como: Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga , Lenine , Jorge Ben, Tim Maia ... Daffé já lançou 7 albuns.

PUBLICO ALVO

O público jovem e adulto interessado em musica popular maranhense/brasileira, cantores, músicos, estudantes de musica, pesquisadores de musica brasileira e formadores de opinião. Cantores, compositores, músicos, trabalhadores da música em geral.

JUSTIFICATIVA

A rica diversidade musical maranhense carece de pontos de convergência que cuidem da concreta efetivação de seus atributos culturais, pois, ao longo dos tempos tem trilhado por veredas que quase não se tocam. Situação esta que contribui para a consolidação do mito da qualidade absoluta em nossas cabeças e bocas, enquanto lá fora no terreiro de nossas varandas e quintais a voracidade da indústria cultural reina incólume e totalitária.

OBJETIVO

- Difundir a musica maranhense em seu próprio território;
- A valorizar a diversidade musical praticada no território maranhense;
- Dar visibilidade estadual à produção musical maranhense.
Democratização do acesso das populações aos bens culturais (musica);

BENEFÍCIOS CULTURAIS, SOCIAIS, ECONÔMICOS E POLÍTICOS RESULTANTE DO PROJETO  
Afirmação estadual da identidade musical maranhense;
Democratização do acesso das populações aos bens culturais (musica);
Propiciar o acesso, das populações alcançadas, aos bens culturais, a baixo custo.
Estimular a cadeia produtiva da música autoral no Estado do Maranhão.

 RESULTADO  FINAL DO PROJETO

Ter a atenção, das empresas e órgãos estadual e municipal, para um novo projeto e divulgação da nova música e o CD intitulado “MORADA”  gravada no Projeto onde canta o sabia do SESC. Para que tenha a cidade envolvida e de seu entorno, voltada para a produção musical maranhense como forma de afirmação histórica de nossa construção sócio cultural.

PROJETO MORADA

IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE;
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DA MUSICA MARANHÃO         CNPJ; 13.681.639/0001-21
RUA 700, QUADRA 07, CASA 48 – JARDIM DAS MARGARIDAS – COHATRAC
SÃO LUIS MA; 65052-874                            
Nome do Representante Legal ; LENITA DE JESUS PINHEIRO SILVA  
CPF; 158.802.223-49
Carteira Identidade; 58.184.696-6 SSPMA
Endereço residencial
RUA 700, QUADRA 07, CASA 48 – JARDIM DAS MARGARIDAS – COHATRAC

SÃO LUIS MA; CEP; 65052-874

SHOW NA AABB - HAPPY HOUR